O que as empresas encontraram depois de trabalhar com a Cordilha.
Depoimentos diretos, sem edição de marketing. O que mudou, o que não estava previsto e o que teria sido diferente sem a documentação.
← Voltar ao InícioO que dizem as empresas que passaram por um engajamento
"A nota de decisões em disputa foi o entregável que mais gerou conversa interna. Não estava esperando que ficasse tão claro em papel o quanto duas diretorias estavam respondendo à mesma pergunta de forma conflitante. Levamos um mês para resolver — mas pelo menos agora temos o que resolver."
"O que me surpreendeu foi a linguagem. Os documentos saíram escritos de um jeito que qualquer gestor da empresa consegue ler, não só quem participou das entrevistas. A sessão de revisão foi densa — quatro horas, mas valeu. Faria de novo sem hesitar."
"Contratei achando que era só para mapear quem faz o quê. Descobri que a empresa tinha cinco decisões sem dono — ninguém sabia que eram de ninguém. O primeiro mês do acompanhamento contínuo já pagou o investimento de um ano só pela conversa que conseguimos ter sobre estrutura de governança."
"Os caminhos de escalonamento mudaram como os gerentes de loja se comportam em situações de exceção. Antes, tudo subia para mim. Agora, sabem até onde podem ir antes de precisar da minha aprovação. Parece simples, mas foi um trabalho de sete semanas para chegar nisso de forma documentada."
"A primeira conversa foi direta — perguntaram o que estava acontecendo, ouviram, e logo disseram que a Revisão de Papéis seria suficiente por enquanto, que não precisava do programa maior. Isso me passou confiança antes mesmo de começar. O mapa ficou pronto em duas semanas, como prometido."
"Estávamos em uma transição delicada de governança — família para conselho profissional. O acompanhamento contínuo deu um espaço neutro para as conversas que precisávamos ter sem que ninguém saísse na defensiva. A reflexão trimestral por escrito foi o que mais surpreendeu — ver o progresso documentado muda o tom das próximas conversas."
Como o trabalho se desenvolveu em três empresas
O que estava acontecendo
A empresa tinha crescido de 18 para 55 pessoas em dois anos. O fundador continuava aprovando compras acima de R$ 500, mesmo tendo contratado um gerente de compras há um ano. Ninguém havia dito explicitamente que o limiar estava errado — simplesmente acontecia.
Como a Cordilha trabalhou
Em duas semanas, conduzimos entrevistas com 11 pessoas em dois níveis. O mapa revelou 28 decisões recorrentes — 7 delas sem titular claro, e 4 com dois donos em conflito. A nota de disputas foi apresentada na sessão de revisão sem recomendação de solução.
O que mudou
Três semanas após a entrega, o fundador havia transferido 19 das 28 decisões mapeadas. O gerente de compras passou a operar com autonomia real até R$ 8 mil. As aprovações que chegavam ao fundador caíram cerca de 60% nas primeiras quatro semanas.
"O mapa em si não resolveu nada — quem resolveu fomos nós. Mas sem o mapa, a conversa que a gente precisava ter nunca teria acontecido." — Fundador da empresa
O que estava acontecendo
A diretora comercial havia tentado delegar a gestão de contratos para dois coordenadores. Após três meses, as decisões continuavam voltando para ela porque não havia limiar documentado nem substituto nomeado para quando ela viajasse.
Como a Cordilha trabalhou
Ao longo de sete semanas com sessões semanais, construímos os limiares de decisão por valor e complexidade contratual, nomeamos substitutos para cada situação e redigimos os documentos de transferência com o raciocínio que motivou cada escolha.
O que mudou
A diretora passou duas semanas fora do país dois meses após o programa. Foi a primeira vez que nenhum contrato precisou esperar ela retornar. Os coordenadores operaram dentro do arcabouço sem escalations desnecessárias.
O que estava acontecendo
Três irmãos sócios, cada um responsável por uma área. As reuniões de diretoria travavam em conversas sobre o passado em vez de avançar para o futuro. Havia ressentimentos antigos que não tinham espaço para ser ditos sem virar conflito de família.
Como a Cordilha trabalhou
As conversas quinzenais individuais deram a cada sócio um espaço para falar sem a presença dos outros. A sessão mensal coletiva passou a ter pauta documentada e notas escritas do que foi decidido. A reflexão trimestral nomeou padrões que ninguém havia dito em voz alta.
O que mudou
Após seis meses, a empresa aprovou o primeiro protocolo de governança escrito. As reuniões mensais passaram a terminar com lista de decisões tomadas, em vez de lista de assuntos pendentes. O contrato foi renovado para um segundo ano.
Como chegar até nós
Caminho das Árvores
Salvador — BA
Sábado e Domingo: fechado
Seis anos de trabalho em estrutura organizacional
Membro da Associação Brasileira de Consultores de Organização (ABCO) · Referenciada no Guia de Boas Práticas em Governança para PMEs da Fundação Dom Cabral, edição 2024 · CNPJ registrado em Salvador, Bahia
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